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27 de jun. de 2008

Ricardinho dispara: 'Bernardinho é uma pessoa que morreu para mim'

Levantador revela a revista que mágoa com técnico da seleção brasileira permanece e que Giba não é o amigo que pensou que fosse

Afastado da seleção brasileira de vôlei às vésperas dos Jogos Pan-Americanos, o levantador Ricardinho permanece muito magoado com o técnico Bernardinho e seus antigos colegas. Em entrevista à revista "UM", o jogador garantiu que não tem planos de voltar a defender o Brasil.


- O Bernardinho é uma pessoa que morreu para mim. Passei por muita tristeza, sofri pra caramba. Se ele (Bernardinho) me ligar, querendo resolver o caso, simplesmente vou responder 'não quero, muito obrigado'. Não conseguiria aceitar depois de tanto tempo - admite Ricardinho, de 32 anos.

" Se ele (Bernardinho) me ligar, querendo resolver o caso, simplesmente vou responder 'não quero, muito obrigado'. Não conseguiria aceitar depois de tanto tempo"

O levantador disse ainda que teve atritos com o treinador por reinvindicar os direitos dos jogadores, o que seria uma de suas funções enquanto capitão do grupo.
- Como capitão, estava na linha de frente mesmo. Reivindicava pelos nossos direitos e isso pode ter criado algum atrito. Participei da conversa sobre a divisão de prêmios, também conversamos sobre longas viagens desgastantes. Sei que no dia da apresentação para o Pan, no Rio, a única desculpa que recebi do Bernardinho para minha dispensa era o desgaste no nosso relacionamento - lembra o levantador.

Ricardinho se mostrou especialmente decepcionado com o atacante Giba, a quem tinha como um irmão na seleção brasileira.

- Não somos mais amigos, agora é tudo no profissional. Eu acreditava que ele deveria ser o cara que tinha de apontar o que fiz de errado, o que o Bernardo fez de errado. E todo mundo errou. No começo foi a pessoa que me deixou chateado, mas agora, com calma, entendo que essa é a personalidade dele, em cima do muro. Não poderia esperar do Giba essa reação porque é o jeito dele. Ele não era o amigo que eu pensava que ele fosse.

Sobre sua relação com Gustavo, com quem passará a jogar, já que se transferiu para o Treviso, da Itália, Ricardinho afirmou que a relação será apenas profissional.

- Agora, no Treviso, com o Gustavo, será estritamente profissional. Não adianta falar que vou sair pra jantar com ele porque isso não vai rolar. Mas na quadra jogamos junto, não há qualquer problema - garante.

Apaixonado pelo esporte, Ricardinho revelou que pretende se tornar técnico depois de se aposentar.

- Há uns dois anos eu procuro me aperfeiçoar mais nesse caminho, tentando tirar o melhor de cada técnico, do Andréa Giani (italiano), do Julio Velasco (argentino) e até do Bernardinho. Não quero repetir os erros que eles cometeram. A manha de ser técnico é conhecer cada profissional, como é a convivência com a família dele, em casa, se ele gosta de sair. É enxergar o jogador como ser humano. Fácil é montar o trabalho em quadra, difícil é manter o grupo fora - diz o jogador, que pretende torcer pela conquista do ouro olímpico em Pequim.

Marcos Senna quer título para fazer história

Entrar para a história do futebol espanhol. Esse é o pensamento do volante Marcos Senna, que após a vitória por 3 a 0 da Espanha sobre a Rússia na útima quinta-feira, pelas semifinais da Eurocopa, busca o feito de ser o primeiro brasileiro campeão da principal competição do Velho Continente.

"Eu estou muito contente de fazer parte da história da Espanha, mas eu quero seguir adiante. Vamos disputar uma final histórica e gostaria de ganhar. Para a minha carreira, para muitos aqui, isso seria muito importante", assegurou o ex-jogador de São Caetano e Corinthians.

A Espanha não conquista um título de relevância no futebol mundial desde 1964, justamente quando assegurou o único troféu da Eurocopa em sua história. Tentará quebrar o incômodo jejum logo diante da Alemanha, neste domingo, em Viena. Os germânicos são os maiores vencedores da competição, com três títulos. Motivo pelo qual Senna prega respeito aos rivais.

"Primeiro espero que não fique no quase de novo. Tomara que a gente ganhe e que eu possa entrar de uma vez por todas na historia da Espanha. Estamos bastante confiantes, mas sabemos da tradição que a Alemanha tem. Se entrarmos com nossa maneira de jogo, como estamos desde o começo, dificilmente deixaremos esse titulo escapar", avaliou.

O volante brasileiro também não mostra abatimento com o favoritismo dado à Alemanha desde que o confronto da final foi definido. E o recado é direto: a vitória sobre os russos empolgou o grupo espanhol.

"Com certeza o jogo de ontem (quinta) nos dá muita moral. Mas precisamos de cuidado. A Alemanha fez um excelente jogo diante de Portugal, equipe que muitos apostavam que iria mais à frente. E contra a Turquia, onde todo mundo esperava uma goleada alemã, foi parelho. Futebol nem sempre acontece o que se espera, não tem uma teoria", completou.

Apesar da chance concreta em assegurar um título europeu, Senna não esquece as origens. Planeja o retorno ao País no futuro e mostra surpresa com sua trajetória em gramados europeus. Não guarda, entretanto, mágoas pela falta de oportunidades na Seleção Brasileira. pelo contrário.
"Eu tenho orgulho pelo país de onde nasci. Continuo torcendo, continuo acompanhando daqui, não está passando um bom momento agora, mas eu acredito que melhorará", avaliou o jogador do Villarreal.

Federação italiana anuncia volta de Marcelo Lippi

A Federação Italiana de Futebol anunciou nesta quinta-feira que o técnico Marcello Lippi voltará ao comando da seleção, substituindo o ex-jogador Roberto Donadoni.

A volta de Lippi, que levou a equipe ao título da Copa de 2006 e deixou o cargo por conta própria após a conquista, já vinha sendo apontada pela imprensa italiana, mas só para segunda-feira.


Mais cedo, a federação anunciou a intenção de não renovar com Donadoni e justificou a medida com base no contrato do técnico, que previa a saída caso a seleção não chegasse às semifinais da Eurocopa.

Segundo nota no site oficial da federação, ele se apresenta no dia 1º de julho, em Roma.

26 de jun. de 2008

Espanha supera "mago das seleções" e vai à final

Invicta na Eurocopa deste ano, a Espanha se manteve na luta pelo bicampeonato da competição ao superar a Rússia por 3 a 0, nesta quinta-feira, em Viena, na Áustria, e se garantir na decisão contra a Alemanha. Comandada pelo holandês Guus Hiddink, a equipe russa, ao parar nas semifinais, manteve uma sina desagradável do seu treinador.

No próximo domingo, às 15h45 (de Brasília), Espanha e Alemanha medirão forças - novamente em Viena - para ver quem ficará com o título da Eurocopa deste ano. Enquanto os espanhóis foram campeões em 1964, os alemães brigam pelo tetracampeonato, já que ergueram as taças de 1972, 1980 e 1996 - as duas primeiras como Alemanha Ocidental.

Já a Rússia, que lutava pelo seu primeiro título europeu, manteve a sina de Hiddink de, na maioria das vezes, sucumbir nesta fase. No comando da Holanda, na Copa de 1998, e da Coréia do Sul, no Mundial de 2002, o técnico viu o adversário avançar à decisão.

Mesmo assim, o técnico se manteve como o "mago das seleções". Além das duas passagens citadas, o holandês levou a Austrália às oitavas-de-final da Copa do Mundo do ano passado, na Alemanha, e se tornou um dos nomes preferidos de seleções menores que buscam sucesso em alguma competição.
O jogo
No primeiro tempo, a Rússia foi melhor que a Espanha e criou as melhores chances de gol, principalmente com Pavlyuchenko. Sensação da equipe na Eurocopa, o camisa 10 Arshavin pouco apareceu, assim como na etapa final, e ainda viu sua seleção sair atrás no placar.

Logo aos 4min do segundo tempo, Iniesta invadiu a área russa pela esquerda e bateu cruzado, em direção à pequena área. Esperto, Xavi desviou no meio do caminho e mandou a bola para a rede: 1 a 0.

Melhor em campo, a Espanha sufocou a Rússia em seu campo de defesa e, com isso, veio o segundo gol. Aos 28min, Fabregas deu um belo passe para Daniel Güiza, na grande área. O atacante tocou na saída do goleiro Akinfeev e ampliou a vantagem da sua equipe.

Ainda deu tempo para a Espanha anotar seu terceiro tento e sacramentar sua classificação à decisão. Aos 36min da etapa final, Fabregas foi lançado na ponta esquerda e cruzou rasteiro para David Silva, que dominou a bola e não deu chances para o goleiro.

Após dispensa, Leandrinho joga futebol

Após pedir dispensa da Seleção Brasileira masculina que disputará o Pré-Olímpico Mundial, o armador Leandrinho Barbosa apareceu na quarta-feira em Chinatown, bairro de Nova York, onde participiu de uma partida beneficente de futebol.

Leandrinho pediu dispensa da equipe nacional uma semana atrás, alegando estar com uma tendinite no joelho esquerdo.

O jogador seria uma das peças de confiança do técnico espanhol Moncho Monsalve para tentar recolocar o basquete masculino brasileiro nos Jogos, em competição que começa no próximo mês, na Grécia.

Segundo o jornal The New York Times, o armador teve boa atuação. "Leandrinho é brasileiro, tem futebol em seu sangue. E demonstrou isso com os seus toques de classe", exaltou o periódico.

O relato do jornal "The New York Times" sobre o evento diz que Leandrinho, "um brasileiro com futebol no DNA, mostrou instinto afiado e toques de classe" durante a partida. Tudo isso oito dias após ele ter enviado a Moncho um comunicado dizendo que uma tendinite patelar no joelho direito o impede de defender a seleção de basquete no Pré-Olímpico de Atenas. O jogo, realizado em uma quadra de futebol society, foi organizado pelo melhor amigo do brasileiro na NBA, o armador canadense Steve Nash, também do Phoenix Suns. O capitão da seleção norte-americana de futebol, Claudio Reyna, também ajudou na promoção do evento.

Nomes da liga norte-americana de basquete como Jason Kidd (Dallas Mavericks), Baron Davis (New Orleans Hornets) e Raja Bell (Phoenix Suns) estiveram presentes, que também recebeu a visita de ídolos do futebol europeu como Thierry Henry (Barcelona) e Robbie Fowler (Liverpool).

Com primeiro tempo trágico, Flu perde para LDU

Caso queira ficar com o título da Libertadores deste ano, o Fluminense terá de esquecer o primeiro tempo do duelo desta quarta-feira, contra a LDU, na altitude de Quito, no Equador. Isso porque o time carioca levou quatro gols na etapa inicial da partida de ida da final do torneio continental e acabou derrotado por 4 a 2.

O critério do gol fora de casa não se aplica na decisão da Libertadores, portanto, o Fluminense precisa vencer a LDU por três gols de diferença, na próxima quarta, no Maracanã, sendo que dois gols causam a prorrogação.

Já a LDU, em vantagem, pode perder por um gol de diferença para ser campeã. O vencedor desse confronto representará a América do Sul no Mundial de Clubes da Fifa, marcado para dezembro deste ano, no Japão.
O jogo
A decisão mal começou e a LDU logo abriu o placar. Com um minuto de jogo, Guerron avançou pela direita e cruzou rasteiro. Bieler se antecipou a Thiago Silva e acertou o ângulo esquerdo de Fernando Henrique.

Pressionado pela torcida adversária, o Fluminense buscou o empate e atingiu o feito aos 11min, com um golaço. Em cobrança de falta pela direita, Conca, com o pé esquerdo, acertou o ângulo direito de Cevallos.

A LDU sentiu o gol, mas o Fluminense pouco fez para virar o placar e foi castigado aos 28min. Após cobrança da falta, a bola sobrou para Bieler, que chutou e Fernando Henrique defendeu. No rebote, Guerron fez.

Depois desse gol, a LDU dominou completamente o resto do primeiro tempo e ampliou sua vantagem aos 32min, quando Bolaños cobrou escanteio e Campos, antes da primeira trave, desviou de cabeça: 3 a 1.

Antes de vir o intervalo, a LDU, em mais uma jogada aérea, fez o seu quarto gol no confronto. Aos 45min, Manso cobrou escanteio da direita, Washington desviou para trás e Urrutia, sozinho, empurrou para o gol.

O segundo tempo veio e, desta vez, quem marcou um gol relâmpago foi o Fluminense. Aos 6min, Gabriel dominou pela direita, cruzou para o meio da área e Thiago Neves, de cabeça, acertou o canto direito.

O time carioca ganhou fôlego com o gol marcado e criou boas chances para diminuir o placar, mas não aproveitou as oportunidades ofensivas. Melhor para a LDU, que assegurou uma boa vantagem na decisão.

25 de jun. de 2008

Alemanha quebra "encanto" da Turquia e vai à final

A Alemanha se garantiu nesta quarta-feira na decisão da Eurocopa. Em jogo realizado na cidade suíça da Basiléia, a equipe do técnico Joachim Loew deu fim ao "encanto" da seleção da Turquia, vencendo o adversário por 3 a 2, com direito a gols nos minutos finais de confronto.

A Turquia, que vinha se notabilizando por lutar até os minutos finais e conseguir gols decisivos no fim dos jogos, desta vez acabou ficando pelo caminho justamente provando de seu próprio veneno ao levar um gol aos 45min do segundo tempo. Antes, os turcos haviam tirado a República Checa, na primeira fase, e forçado a disputa de pênaltis contra a Croácia, nas quartas-de-final, com gols no fim. Ainda na fase inicial, a Turquia também venceu a Suíça, de virada, com um gol nos acréscimos.


O primeiro tempo começou movimentado e quem saiu na frente do placar foi a Turquia. Aos 21min, Kazim Kazim desviou e a bola bateu no travessão. Na seqüência, Ugur Boral pegou a sobra e mandou por entre as pernas do goleiro Lehmann para fazer 1 a 0.

A vantagem turca, porém, durou pouco tempo no placar, já que a Alemanha chegou ao empate aos 26min. Podolski foi lançado na esquerda e cruzou rasteiro para Schweinsteiger, que se antecipou à defesa rival para completar para o gol.

No segundo tempo, o ritmo de jogo caiu um pouco, com a Turquia se segurando bem na defesa diante de uma Alemanha sem criatividade. Aos 35min, porém, os germânicos conseguiram virar o jogo: Lahm cruzou da esquerda, o goleiro Rustu Recber saiu mal e Klose, de cabeça, fez 2 a 1.

No entanto, como já havia se tornado costume nos jogos da Turquia nesta Euro, a equipe do técnico Fatih Terim voltou a balançar as redes nos minutos finais. Aos 41min, Sabri fez boa jogada pela direita e cruzou rasteiro para Senturk desviar e empatar novamente o jogo.

Porém, ainda havia tempo para que os turcos acabassem provando do seu próprio veneno. Já aos 45min, Lahm fez boa jogada pela esquerda, tabelou com Hitzlsperger e recebeu dentro da área para tocar na saída de Rustu e decretar a vitória alemã.

Campeã européia em 1972, 1980 e 1996 (as duas primeiras como Alemanha Ocidental), a Alemanha tentará o seu quarto título continental no próximo domingo. O adversário na decisão, em Viena, só será definido nesta quinta-feira e sairá do duelo entre Espanha e Rússia, que também jogam na capital austríaca.

24 de jun. de 2008

Fla vence jogo-treino, e Jônatas quase briga com adversário

Com um time formado por reservas e jogadores que não atuaram durante todo o tempo na vitória por 3 a 1 sobre o Ipatinga, o Flamengo realizou um jogo-treino contra o Comercial de Fundão, do Espírito Santo, nesta terça-feira, na Gávea. Com gols de Éder, Paulo Sérgio e Diego Tardelli, o Rubro-Negro venceu por 3 a 0.

Contudo, o destaque da partida foi Jônatas, e por um fato negativo, como tem se tornado comum nos últimos tempos. Após um jogador do Comercial dar seguidas entradas fortes em alguns rubro-negros, o volante esqueceu a bola e partiu para cima do adversário.

Não fosse a ação rápida do auxiliar técnico do Flamengo, Júlio César Camargo, a confusão poderia ter tomado maiores proporções.

O técnico rubro-negro Caio Júnior escalou uma formação previsível e realizou algumas experiências: Marcelo Lomba (Diego); Luizinho, Leonardo (Rodrigo Arroz), Dininho e Egídio (Thiago Sales); Aírton (Rômulo), Kleberson (Éder), Jônatas e Renato Augusto (Erick Flores); Maxi (Paulo Sergio) e Obina (Diego Tardelli).

Tetra mundial, Zagallo crava pés na calçada da fama no DF

Presente em quatro dos cinco títulos mundiais da Seleção Brasileira (58, 62, 70 e 94), o ex-jogador e ex-técnico Zagallo participou de um evento na manhã desta terça-feira, em Brasília (Distrito Federal), em comemoração aos 50 anos do primeiro título brasileiro em uma Copa do Mundo, que ocorreu na Suécia.

Zagallo cravou os pés na calçada da fama. Além do ex-jogador, outros ex-atletas campeões mundiais com a camisa da Seleção Brasileira estiveram no evento.


Mazzola e Dino Sani estiveram em Brasília e também gravaram seu pés na calçada da fama.
Mazzola foi o autor de dois dos três gols do Brasil na estréia da Copa de 58, na vitória contra a seleção da Áustria. Mazzola foi titular em boa parte dos jogos na Copa, mas ficou de fora da decisão, quando o Brasil derrotou a Suécia por 5 a 2.

Já Dino Sani participou de apenas dois jogos da equipe comandada por Vicente Feola: na vitória sobre a Áustria e no empate com a Inglaterra.

Por outro lado, Zagallo participou de todas as partidas da Seleção na conquista do primeiro Mundial e seria campeão da Copa mais três vezes.

Estrangeiros mantêm liderança isolada entre os carros

A equipe da Volkswagen continua sem dar chances aos adversários na categoria carros do Rally dos Sertões. Giniel de Villiers (África do Sul) e Dirk von Zitzewitz (Alemanha) faturaram a vitória do dia pela quinta vez, seguidos pelos companheiros Mark Miller (Estados Unidos) e Ralph Pitchford (África do Sul). Em terceiro lugar ficaram os poloneses Krzysztof Holowczyc e Jean-Marc Fortin (Nissan), seguidos pelos brasileiros Reinaldo Varela e Marcão Macedo (Mitsubishi).

"Conseguimos andar rápido e houve trechos muito duros. Foi uma especial muito parecida com as que estamos acostumados a disputar pela Copa do Mundo", comentou Giniel de Villiers. Nesta temporada, o Sertões passou a fazer parte da principal competição do rali cross country, sendo que a prova já recebia uma etapa do Campeonato Mundial para motos e quadriciclos desde 2005.

Na classificação geral dos carros, a vantagem da Volks é grande. O carro pilotado por Giniel de Villiers está 13min10seg mais rápido que o de Mark Miller/Ralph Pitchford, mas já abriu 2h32min sobre Reinaldo Varela e Marcão Macedo, brasileiros que estão em terceiro lugar na tabela.

Nos caminhões, Edu Piano, Sólon Mendes e Davi Fonseca (Ford), que abriram a especial na liderança, tiveram problemas e ainda não concluíram o trecho. Quem levou a melhor nesta segunda-feira foram André Azevedo, Maykel Justo e Ronaldo Pinto, na frente de Amable Barrasa/José Papacena Neto/Raphael Betto e Ulysses Marinzeck/José de Carvalho/Evandro Baut.

O Sertões 2008 bateu recorde de estrangeiros com 36 competidores vindos de 13 países. A chegada da prova está marcada para o dia 27 de junho, em Natal (RN), após 4.734km de disputas.