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20 de ago. de 2008

Em amistoso, Argentina fica no zero contra Bielorússia

A seleção Argentina de futebol empatou em 0 a 0 com a Bielorrússia, em amistoso realizado nesta quarta-feira, em Minsk, válido como preparação para as Eliminatórias da Copa de 2010, na África do Sul.

O técnico argentino Alfio Basile, surpreendeu com a inclusão de Carrizo, uma vez que Tevez jogou na frente com Denis.

Estiveram em campo Zanetti, Burdisso, Coloccini e Heinze na defesa. Pablo Ledesma ocupou o lugar do lesionado Maxi Rodríguez, enquanto voltaram Lucho González, Jonás Gutiérrez e Esteban Cambiasso.

A Argentina ocupa atualmente a segunda colocação na tabela, com 11 pontos, atrás do Paraguai, com 13. O próximo compromisso da equipe é justamente contra a equipe paraguaia, no dia 7 de setembro.

Jornal garante volta de Shevchenko ao Milan

Após duas fracas temporadas no Chelsea, o atacante Andrei Shevchenko acertou o seu retorno para o Milan, onde brilhou antes de ser contratado a peso de ouro pelo time londrino. Quem garante é o jornal italiano Gazzetta dello Sport, em sua edição desta quarta-feira.


De acordo com o diário, uma reunião na semana passada entre Silvio Berlusconi, homem-forte do Milan e primeiro-ministro da Itália, e Roman Abramovich, dono do Chelsea, selou o acordo. O magnata russo concordou em ceder o ucraniano por empréstimo e ainda pagaria uma parte do salário do jogador.

Sheva é um dos maiores ídolos da história recente do Milan, onde atuou por sete temporadas e conquistou um Campeonato Italiano, uma Copa dos Campeões, uma Supercopa da Europa, uma Supercopa da Itália e uma Copa da Itália. Em 296 partidas, o atacante marcou 173 gols com a camisa rubro-negra.

Espantado com a marca do artilheiro, Abramovich investiu 40 milhões de euros (R$ 95 milhões) para tirá-lo do Milan em 2006. O jogador, no entanto, não correspondeu às expectativas, marcando apenas nove gols em duas temporadas no time londrino. A imprensa inglesa não perdoou, elegendo o ucraniano como a pior contratação da história do futebol.

Em jogo acirrado, Argentina supera Grécia

O primeiro passo para repetir a campanha de 2004 foi dado. Assim como em Atenas, os argentinos voltaram a vencer a Grécia em uma quartas-de-final de Olimpíada. No duelo desta quarta-feira, os sul-americanos levaram a melhor por 80 a 78 (39 a 40 no intervalo), em Pequim.

Foi um dos melhores jogos do torneio masculino de basquete dos Jogos, com as equipes se alternando no placar e a vitória dos sul-americanos sendo decidida somente nos últimos minutos de partida.

Com o resultado, a Argentina segue na disputa pelo bicampeonato olímpico. Para isso, terá mais um degrau idêntico a 2004 para subir: os Estados Unidos, que em Atenas acabaram surpreendidos pelos sul-americanos. A semifinal acontece nesta sexta-feira.

Antes de pensar no "Drem Team" de Kobe Bryant e companhia, a Argentina vai ter que recarregar suas baterias do emocionante duelo protagonizados nesta quarta. Assim como no futebol, a vitória foi de virada, já que os gregos venceram o primeiro quarto por 23 a 22. No segundo período, empate por 17 a 17.

Em um jogo onde nenhuma das equipes esteve à frente do placar, os sul-americanos levaram a a melhor por uma cesta de três, suficiente para deixá-los em vantagem por 56 a 55.

No último período, os gregos chegaram a vacilar no placar, a Argentina abriu seis pontos de vantagem e manteve a margem até o final, garantindo sua classificação.

Espanha-Islândia e França-Croácia nas semifinais do handebol masculino

A Espanha enfrentará a Islândia e a França medirá forças com a Croácia, atual campeã olímpico, sexta-feira nas semifinais do torneio masculino de handebol nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008.

Confira os resultados registrados nesta quarta-feira nas quartas-de-final:

Coréia do Sul - Espanha 24-29

Croácia - Dinamarca 26-24

Islândia - Polônia 32-30

França - Rússia 27-24

- Sexta-feira (semifinais):
Espanha - Islândia

França - Croácia

Bolt vence 200 m, quebra outro recorde e repete feito de Carl Lewis

O jamaicano Usain Bolt, mais uma vez, não precisou se esforçar. Venceu a final dos 200 m nesta quarta-feira com facilidade, conquistou sua segunda medalha de ouro olímpica e, para completar, ainda se igualou ao maior atleta da história. Com os ouros das provas de 100 m e 200 m em Pequim, o jamaicano se torna o primeiro atleta desde Carl Lewis, em Los Angeles-84, a fazer a dobradinha das duas provas mais rápidas dos Jogos Olímpicos.

Após a tradicional brincadeira antes da prova, fazendo gracejos para as câmeras, o velocista dominou a prova de modo muito mais sério do que nos 100 m rasos. Deu resultado: bateu o recorde mundial com 19s30, repetindo o que já fizera na prova mais rápida do atletismo.

Ele melhorou em dois centésimos a marca do norte-americano Michael Johnson, que fez 19s32 nos Jogos de Atlanta-1996. A segunda colocação ficou com Churandy Martina (19s82), de Antilhas Holandesas, e o bronze foi para o norte-americano Shawn Crawford (19s96). O velocista Wallace Spearmon foi desqualificado por invadir outra raia e acabou perdendo a terceira posição.

Bolt é o nono homem a conquistar o título nos 100 m e 200 m rasos em uma mesma Olimpíada. Antes dele, Lewis (84), Valeriy Borzov/URSS (1972), Bobby Morrow/EUA (1956), Jesse Owens/EUA (1936), Eddie Tolan/EUA (1932), Percy Williams/CAN (1928), Ralph Craig/EUA (1912) e Archie Hahn/EUA (1904) tinham realizado o feito.

Os dois ouros do jamaicano, porém, chegam dividindo opiniões. Após o título dos 100 m, no último sábado, Bolt virou alvo de uma série de declarações colocando em dúvida sua performance. O brasileiro Sandro Viana, por exemplo, disse ser "impossível fazer o que ele está fazendo. A ciência não bate", acusou, afirmando que o número de passos que Bolt deu na vitória dos 100 m não seria compatível com estudos de biomecânica.

O que mais irrita os rivais é a atitude do velocista. Na final dos 100 m, ele dançou antes de ir para o bloco de largada. Quando percebeu que a prova estava ganha, abriu os braços e bateu no peito, antes de cruzar a linha.

Nas eliminatórias dos 200 m, pareceu apenas trotar, tamanha sua superioridade. "Isso é quem eu sou. Não estou me exibindo nem nada parecido. Você precisa se divertir com o que faz, tem que aproveitar os momentos", justifica.

O norte-americano Wallace Spearmon, que também correu a final dos 200 m, evitou a polêmica, mas alfinetou o jamaicano. "Ele poderia também ser um grande corredor de 400 m. Mas ele é muito preguiçoso para isso", disse Spearmon, brincando com o rival.

Fora do mundo dos velocistas, porém, a personalidade de Bolt é contagiante. Que o diga a campeã olímpica dos 3.000 m com obstáculos, a russa Gulnara Galkina-Samitova. O jamaicano a encontrou no café da manhã, após vencer os 100 m, e a entregou as flores que recebeu na cerimônia de premiação.

"Eu e meu técnico conhecemos o garoto que ganhou os 100 m. Eu não vi a final, então não sabia quem era. Ele me entregou um ramalhete de flores e disse que elas eram transferíveis. E que, se as aceitasse, tinha também de conquistar uma medalha de ouro e então passar para outra pessoa", conta a fundista, que conheceu Bolt no domingo, quando disputou a sua final, e um dia depois que o jamaicano venceu os 100 m.

Rússia vence Bulgária e é a 1ª semifinalista no vôlei

A Rússia confirmou o favoritismo e venceu, nesta quarta-feira, a Bulgária, por 3 sets a 1, parciais de 20/25, 25/16, 25/22 e 25/21, após 1h38 de partida, em disputa válida pelas quartas-de-final do torneio olímpico masculino de vôlei.


Com o resultado, os russos garantiram uma vaga na semifinal e esperam o vencedor da partida entre EUA e Sérvia, para saber quem vão enfrentar na próxima sexta-feira, dia 22 de agosto, na partida que define uma vaga na final dos Jogos Olímpicos.

O time comandado por Vladimir Alenko se recuperou da derrota para a Polônia, por 3 sets a 2, na última rodada da primeira fase, que deixou os russos em segundo lugar no Grupo B. Já os búlgaros terminaram a primeira fase como terceiros colocados do Grupo A.

A Bulgária começou melhor a partida e disposta a eliminar uma das favoritas à medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, venceu o primeiro set por 25 a 20, em 22 minutos.

Depois disso a Rússia se recuperou na partida e mostrou o porque é favorita no torneio olímpico masculino de vôlei. Forçando bastante o saque e muito eficiente no bloqueio, os russos fecharam o segundo set com tranqüilidade por 25 a 16, em 24 minutos.

Com um set para cada, as duas seleções jogaram equilibradamente, mas o time russo abriu uma boa vantagem de 24 a 19 no final do set, que deixou a Rússia tranqüila.

Os búlgaros ainda tentaram uma reação e chegaram a encostar no placar: 24 a 22. O técnico russo pediu tempo, acertou o time e brecou a recuperação da Bulgária e faturando o terceiro set, por 25 a 22, em 26 minutos.

No último set a igualdade persistiu até o fim, mas os búlgaros parece que sentiram a obrigação de vencer e não conseguiram colocar a bola no chão, e os russos fizeram três pontos seguidos e novamente deram melhor: 25 a 21, em 26 minutos.

Outros três jogos acontecem nesta quarta pelas quartas-de-final, Itália x Polônia, à 1h (horário de brasília); Brasil x China, às 9h, e Estados Unidos x Sérvia, às 11h.

Série B > 20ª rodada (jogos de terça)

De pênalti, Marcelinho põe Santo André na vice-liderança

O Santo André conseguiu manter sua série invicta, nesta terça-feira, vencendo a quinta partida seguida, desta vez diante do Bragantino por 1 a 0, no Estádio Bruno José Daniel. Com o resultado, o time do ABC sobe à vice-liderança da Série B do Campeonato Brasileiro, com 36 pontos, passando o Avaí e permanecendo atrás apenas do líder Corinthians.

Na partida desta terça-feira, a maior atração prometida era o duelo entre os veteranos Marcelinho e Sérgio Manoel. No primeiro tempo, no entanto, só o primeiro apareceu. Logo aos 6min, o ex-corintiano participou de uma jogada ensaiada de falta e chutou por cima da meta do Bragantino, levando perigo.

Para o jogo contra o Bragantino, Sérgio Soares, técnico do Santo André, não contava com os volantes Willians e seu reserva Juninho, que levaram o terceiro cartão amarelo e cumpriam suspensão. Mas mesmo desfalcado, foi o time da casa que dominou o jogo, e só não conseguiu abrir o placar na primeira etapa por conta da forte marcação do time de Bragança Paulista.

No final do primeiro tempo, após muito pressionar, o clube do ABC voltou a assustar, quando Fernando cruzou da direita para Élton, que pegou muito mal na bola. No rebote, apareceu novamente Marcelinho, desta vez com uma bicicleta, que quase abriu o placar do jogo.

Já no segundo tempo, o Santo André voltou ainda mais agressivo, enquanto o Bragantino não conseguia manter a mesma força defensiva dos primeiros 45 minutos. No intervalo, o experiente Sérgio Manoel deixou o campo, favorecendo uma formação mais defensiva da equipe visitante.

Apesar de seguir dominando o jogo no segundo tempo, o Santo André só marcaria o gol da vitória na marca dos 31min, e ainda por cima dependendo de uma bola parada. Aos 29min, o zagueiro Cris, do Bragantino, puxou Élton pela camisa dentro da área: pênalti e cartão vermelho para o defensor. Na cobrança, claro, Marcelinho, que cobrou com categoria no canto e esquerdo e não deu chances para o goleiro Gilvan.

Na próxima rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, o Santo André tenta se manter na segunda colocação com uma vitória diante do Brasiliense, fora de casa. Enquanto isso, o Bragantino, 11º colocado, segue com esperanças em subir para o pelotão de frente se conseguir os três pontos diante da Ponte Preta, em casa, no Estádio Marcelo Stéfani.

Com gols no final, Barueri bate Gama fora de casa

O Barueri deu um passo importante rumo a um lugar entre os clubes classificados para a Série A de 2009, ao bater o Gama, fora de casa, por 2 a 0. Jogando no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, dois gols no final do confronto, que foi marcado pela igualdade entre os times e as poucas chances, garantiram a festa dos paulistas.

O confronto entre Gama e Barueri apresentou um evidente equilíbrio em campo durante boa parte do tempo. Abusando das finalizações de fora da área, as equipes não criaram muitas chances claras de gol. Na melhor delas, no primeiro tempo, Bebeto carimbou o travessão do goleiro dos paulistas.

Na etapa final, apesar de jogar diante de sua torcida, o Gama voltou recolhido, marcando no campo de defesa, deixando o Barueri trocar passes, buscando a melhor chance de partir para cima, o que, no entanto, não aconteceu. Novamente os brasilienses tiveram boa chance, quando Thiaguinho acertou a trave.

Aos 40min, Thiago Humberto deu novo ritmo à partida, ao finalizar para abrir o placar para o Barueri. O Gama ainda pressionou nos minutos finais, buscando o empate que garantiria a manutenção da série de quatro jogos sem derrota, mas não foi possível.

Já nos acréscimos, Márcio Careca partiu em velocidade, passou por dois defensores e driblou o goleiro, antes de marcar um belo gol, fechando a contagem e decretando a vitória do Barueri.
O triunfo leva o time paulista à quarta colocação da tabela, com 33 pontos. O Barueri depende agora dos tropeços de Ponte Preta e Vila Nova para continuar no G-4. O Gama permanece na 13ª posição da tabela.

Brasiliense vence Marília, mas segue ameaçado

Na luta contra o rebaixamento para a Série C do Campeonato Brasileiro, o Brasiliense visitou o Marília, nesta terça-feira, no interior paulista, e conseguiu uma importante vitória para se manter vivo na Série B. Com a vitória por 2 a 0, o time de Brasília somou três pontos, totalizando 16 na competição. Apesar disso, a equipe segue na vice-lanterna da tabela, à frente apenas do CRB, que tem 12 pontos. Já o Marília, está na 14ª posição, com 23 pontos, perigosamente próximo da zona de rebaixamento.

Mesmo jogando fora de casa, o Brasiliense não se intimidou e partiu logo para o ataque, o que surtiu efeito com apenas quatro minutos de jogo, num lance de competência e sorte. Coquinho chutou bem de fora da área, a bola acertou a trave e, no rebote, bateu nas costas do goleiro Giovanni, voltando para o gol.

O time visitante seguiu pressionando o anfitrião e voltou a marcar aos 9min, com Iranildo. O zagueiro Leandro Amaro se atrapalhou na defesa e perdeu a bola para o atacante do Brasiliense, que driblou Amaro e foi derrubado. Pênalti, que o veterano meio-campista cobrou com competência para ampliar a vantagem do Brasiliense.

Aos 19min, Bruno Ribeiro recebeu a bola, invadiu a área e tocou por baixo do goleiro, fazendo o que parecia ter sido o primeiro gol do time da casa, mas, quando o jogador não comemorou, todos perceberam que a bola havia apenas passado pelo lado do gol de Guto.

O Marília seguiu buscando diminuir o placar, mas as melhores chances eram criadas em bolas paradas, sem eficiência na conclusão. O Brasiliense segurou o 2 a 0 pelo restante da primeira etapa, levando para os vestiários uma importante vantagem para fugir da zona do rebaixamento.
De volta à segunda etapa, o Marília partiu para cima do adversário, determinado a conseguir o empate. No entanto, o time tinha dificuldades para criar oportunidades de gol, de forma que a primeira boa chance só apareceu aos 17min, em cruzamento da esquerda, que Marcinho concluiu no travessão, quase fazendo para os paulistas.

Apático no jogo, o time da casa não conseguia trabalhar a bola com qualidade, o que impedia a equipe comandada por Jorge Rauli de efetuar boas jogadas ofensivas. O jogo seguia sem grandes oportunidades, com o Brasiliense administrando a vantagem e aproveitando os contra-ataques.
Aos 37min, os visitantes quase aumentaram. Adrianinho cobrou falta e Caíque chegou antes do goleiro para desviar a bola e acertar o travessão.

O Marília seguiu desmotivado na partida e apenas esperou o apito final do árbitro para encerrar a apresentação sofrível que teve na noite desta terça-feira. O Brasiliense também não fez grande partida, mas aproveitou as chances que teve e conseguiu um bom resultado na Série B.

Na próxima rodada, o Marília faz duelo paulista com o Barueri, na casa do adversário, enquanto o Brasiliense recebe em casa a equipe do Santo André.

Brasileiras terminam maratona aquática em 5º e 7º

As nadadoras brasileiras Ana Marcela Cunha e Poliana Okimoto terminaram nas respectivas 5ª e 7ª colocações da maratona aquática, disputada pela primeira vez nos Jogos Olímpicos em Pequim. A prova é realizada em águas abertas e o percurso tem 10 km.


Larisa Ilchenko, da Rússia, conquistou a medalha de ouro com o tempo de 1h59min27s7. Prata e bronze ficaram respectivamente com as britânicas Keri-Ann Payne e Cassandra Patten.

Ana Marcela chegou 9s1 atrás da líder, enquanto Poliana Okimoto ficou a 9s7 do melhor tempo. Okimoto e Marcela chegaram a ficar nas 3ª e 4ª colocações a 300 m do fim da prova.

Nascida na Bahia e com apenas 16 anos, Ana Marcela é a atual líder do ranking mundial da categoria. No currículo ela tem o 7º lugar nos Jogos Pan-Americanos do ano passado, no Rio, além do bicampeonato brasileiro 2006 e 2007.

Antes de se dedicar exclusivamente às provas em águas abertas, Ana Marcela disputou eventos de 200m, 400m e 800m livre na piscina e conquistou a oitava colocação no Campeonato Mundial Júnior no revezamento 4x200m livre, em 2006.

Poliana foi vice campeã nos 5 km e 10 km do Campeonato Mundial de Nápoles, em 2006. Ela começou disputar provas de maratona aquática em 2005. Até então, apenas treinava no mar como complemento para a prova de 800m livre, sua antiga especialidade.

Com show, EUA atropelam Austrália chegam a semi

A Austrália tentou, mas não evitou um novo show dos Estados Unidos no torneio masculino de basquete dos Jogos Olímpicos. Na manhã desta quarta-feira (horário de Brasília), o "Dream Team" atropelou os rivais da Oceania e venceu com propriedade por 116 a 85 (55 a 43, no intervalo).


A equipe norte-americana enfrentará agora o vencedor do outro duelo entre Argentina e Grécia, que ainda será realizado nesta manhã, em Pequim. As semifinais dos Jogos estão marcadas para acontecer na próxima sexta-feira.

Novamente Kobe Bryant foi o nome do jogo. O ala/armador do Los Angeles Lakers liderou os Estados Unidos. Mesmo assim, enquanto foi possível, os australianos conseguiram segurar o ímpeto do rival e caíram por 25 a 24.

Mas foi só. A partir daí, o "Dream Team" resolveu jogar e a vantagem no placar só aumentou conforme os quartos. No segundo, os norte-americanos venceram por expressivos 30 a 19, marcando 34 a 18 no terceiro.

Com isso, restou pouca esperança para os australianos, que retomaram o poderio ofensivo no último período, mas foi insuficiente para ameaçar a liderança dos astros da NBA.

Brasil "passeia" contra anfitriões e reencontra italianos

O Brasil não tomou conhecimento dos anfitriões olímpicos e atropelou a China no vôlei por 3 sets a 0, com parciais de 25/17, 25/15 e 25/16. No entanto, ao contrário da partida desta quarta-feira, a Seleção Brasileira terá um duelo complicado na semifinal dos Jogos de Pequim. A equipe enfrentará a Itália, reencontrando os rivais da final olímpica em Atenas 2004. Na ocasião, o Brasil levou a melhor, por 3 sets 1 .


Para chegar à decisão, os italianos travaram um duelo duro com os poloneses. A atual vice-campeã olímpica precisou de cinco sets para passar pelos adversários, em partida realizada também nesta quarta-feira.

O Brasil não teve dificuldades e, em ritmo de treino, passou pelos chineses sem sofrer ameaças. O primeiro set ainda começou equilibrado, mas logo a Seleção se distanciou no placar e fechou a parcial.

A segunda etapa foi diferente. A equipe verde e amarela não deixou os chineses encostarem no placar em nenhum momento e encerrou o set com uma vantagem ainda maior 25/15.

Mesmo com um placar desfavorável, a torcida presente no Estádio Indoor da Capital não parava de incentivar os chineses e, a cada ponto dos orientais, os fãs gritavam e vibravam. Com a torcida contra, mas com um placar a favor, a Seleção Brasileira não teve dificuldades para fechar o terceiro e último set por 25/16, e garantir vaga na semifinal.